Este estudo apresenta os cachimbos cerâmicos dos séculos XVII e XVIII identificados no Palácio Almada-Carvalhais, em Lisboa. A análise reúne 42 fragmentos e distingue produções locais em pasta vermelha de exemplares importados, sobretudo de origem britânica e neerlandesa.
O conjunto documenta a circulação de objetos associados ao consumo de tabaco e ajuda a reconhecer diferentes cadeias de produção, distribuição e uso no contexto urbano lisboeta. A leitura arqueológica dos fragmentos valoriza formas, pastas, acabamentos e marcas de fabrico.
Fonte: Museu Arqueológico do Carmo, III Congresso de Arqueologia Peninsular.

